Andre Munro, de 51 anos, matou a mulher, Clare Munro, de 47 anos, com 51 facadas. O marido ciumento utilizava dispositivos de rastreamento para espionar a esposa. Quando ele descobriu que ela o estava traindo, esfaqueou a mulher com uma faca de pão na cozinha da casa. O crime aconteceu em Chiltern Road, Culcheth, Reino Unido. Paranoico sobre a infidelidade da esposa, ele baixou aplicativos para monitorar o telefone dela, além de colocar um dispositivo de rastreamento por satélite no carro de Clare. Munro alegou ter registrado a mulher em cenas íntimas. Segundo ele, há oito meses ela mantinha relações com um amante. Quando a polícia chegou, o homem alegou que conseguia se lembrar pouco do esfaqueamento, mas admitiu que uma "névoa vermelha" desceu e ele se tornara "possuído". Munro disse aos policiais que usou uma faca, porém mais tarde mudou o relato, dizendo que tinha simplesmente 'batido' na mulher, com quem têm filhos com idades de 16, 14 e 10. Psiquiatras disseram que Munro era autista, mas não havia condição mental que poderia justificar suas ações. A equipe médica o descreveu como "arrogante e de confronto" e com uma "natureza controladora extrema". O réu, especialista em Tecnologia da Informação, confessou o crime, mas, em um movimento altamente incomum, demitiu a equipe de advogados e tentou mudar o apelo. Além da morte de Clare, Munro será julgado nesta quinta-feira (5/11) por assassinato e lesão corporal grave contra outra pessoa, que não pode ser nomeada por razões legais. Tribuna da Bahia
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