Uma pessoa morreu e três ficaram feridas após serem baleadas por um grupo de ciganos, na noite desta terça-feira, 28, em Barra Grande, na Ilha de Itaparica. De acordo com a polícia, a confusão foi iniciada por volta das 20h, quando o jovem identificado como Diego Coelho Moreira, 23 anos, foi confundido com um ladrão pelos ciganos. "Estava tendo um aniversário em um condomínio dos ciganos (Rancho dos Ciganos). Um jovem passou no beco onde ocorria essa festa e a mulher de um deles apontou rapaz como um ladrão", contou o titular da 24ª Delegacia Territorial de Vera Cruz, Geovane Paranhos. A partir daí, segundo o Paranhos, Diego foi perseguido pelos ciganos e, após ser alcançado, foi baleado nas nádegas e em uma das pernas. O jovem está internado no Hospital Geral Itaparica (HGI). O estado de saúde dele é desconhecido. Os disparos efetuados pelos ciganos também atingiram três pessoas que saíam de uma igreja. Entre as vítimas está a mãe de Diego, Rosana dos Santos Miranda, 44, que foi atingida na coxa esquerda, tórax, braço direito e coluna. Ela foi levada para o posto de saúde de Barra Grande e, em seguida, transferida para o Hospital Geral do Estado (HGE), em Salvador. Reginaldo Cardoso dos Santos -que também tinha acabado de sair da igreja - foi ferido no tórax e socorrido pra o HGI, mas não resistiu aos ferimentos. Já Robenilda Santana Meireles foi atingida no abdômen e no calcanhar e levada para o HGE. O estado de saúde deles é desconhecido. Revolta Na manhã desta quarta-feira, 28, revoltados com o caso, moradores da localidade iniciaram um protesto na BA-001. "Todos estão chateados com o ocorrido. Houve o protesto, mas a situação foi controlada após chegada de uma viatura da Polícia Rodoviária Federal (PRF)", completou o Delegado Paranhos. Riacho de Santana Na última segunda-feira, 26, houve outra ocorrência envolvendo ciganos na Bahia. Nesta ocasião, um grupo de ciganos armados foi até a Fazenda Gatos de Vesperino, em Riacho de Santana (a 834 km de Salvador), para se vingar de um quilombola. Houve troca de tiros e quatro pessoas foram mortas e outras duas baleadas, incluindo um menino de 11 anos. Segundo informações da delegacia da cidade, o conflito foi iniciado em julho, quado um dos ciganos cobrou uma dívida de R$ 20 a um quilombola e foi morto. A TARDE
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