Uma nova técnica promete revolucionar o tratamento de diabetes tipo 2. Testada na Universidade de Bruxelas, o método é baseado em um aparelho desenvolvido no laboratório Fractyl, dos Estados Unidos, que destrói a mucosa que reveste o duodeno, que rodeia o pâncreas, por meio de aquecimento. "É importante destruí-la porque as células glandulares mucosas segregam uma variedade de hormônios que terminam produzindo resistência à insulina", disse o professor Jacques Devière, do Hospital Universitário Erasme (ULB), ao jornal Le Soir. No entanto, o profissional afirmou que a solução não é definitiva, mas pode representar uma grande vantagem, já que exclui a necessidade de uso constante de medicamentos.
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